Esporte

A espera de oponentes

(Foto: Fábio Donegá)

A nova safra de pugilistas cascavelenses, da qual faz parte Yurik “Touro” da Silva, que recentemente fez sua primeira luta e correspondeu com as expectativas de amigos e familiares que compareceram à Academia de Boxe de Cascavel, no Ciro Nardi, conta também com outros atletas ansiosos para colocar em prática a técnica aprendida com o professor Rubens “San” Perruchon.

Um deles é Felipe Rodrigues Justino (foto), de 20 anos. Ele começou a treinar boxe em 2015, mas depois de um ano e meio na atividade precisou deixar as luvas de lado para servir ao Exército Brasileiro. “Eu já havia feito demonstração e lutas com companheiros de academia, eu estava treinando firme, mas aí no quartel teve o período de campo e de missões, então tive que parar”, explica Felipe, que desde março, quando deixou o serviço militar, retomou os treinos de boxe.

Lutador destro com 1,77m e 63 quilos, Felipe quer competir na categoria dos pesos leves (61,2 kg). “Não será difícil perder peso. Estou pronto para lutar, para o que vier. Minha resistência é boa, pois o quartel dá um bom preparo físico”, garante o pugilista, que apesar disso prefere tentar encerrar rápido as lutas: “não gosto de enrolar muito. Vai que fico esperando e sou surpreendido. Na luta tem que tentar [encerra-la] pela via rápida, com nocaute”.