Cotidiano

A colheita dourada no campo

Cascavel – Chegou a grande hora e o produtor Rubin Friske começou na segunda-feira a colheita farta da linhaça dourada. Os 70 alqueires de um projeto inovador e visionário para a região estão rendendo, em média, 150 sacas por alqueire em uma lavoura que chamou muito a atenção de quem passava pela BR-467, entre Cascavel e Toledo, no Distrito de Sede Alvorada.

A produtividade está um pouco abaixo do esperado, já que a cultura também sofreu com as interferências climáticas, mas aquilo que tem saído do campo está a contento e tudo será aproveitado.

Ele aproveita o calor e a secura e ainda nesta semana tudo deverá estar nos armazéns da empresa da família, onde a linhaça dourada é usada para produção de alimentos e do processamento do cereal em si em uma indústria onde ele é sócio.

A intensificação da colheita ocorre porque, a partir disso, Friske fica liberado para preparar a terra onde vai cultivar soja.

A linhaça apareceu na vida da família Friske como uma excelente oportunidade de reduzir custos e de rotação de cultura. “Ela tem um baixo custo de produção, a saca chega a custar até R$ 150 no mercado e precisávamos trazer do Rio Grande do Sul, sem contar que a linhaça aparece como uma excelente rotação de cultura, enriquece o solo”, contou Rubin à reportagem.

Além de tudo isso, a linhaça que está sendo colhida agora vai para um banco de sementes das que serão plantadas no ano que vem. Ali o ciclo todo se renova ano após ano.